Originárias do continente africano, as plantas do gênero Brachiaria foram introduzidas no Brasil na década de 1950 como forrageiras, sendo responsáveis por uma grande revolução na nossa pecuária.
Trazida pelo IPEAN – Instituto de Pesquisas Agropecuárias do Norte, a Brachiaria decumbens foi a primeira espécie introduzida no país, tendo num segundo momento outro ecotipo, conhecido como Basilisk, proveniente da Austrália e largamente disseminado.
A partir da década de 1960, espécies como a B. humidícola, B. ruziziensis e B. brizantha foram inseridas na pecuária brasileira e em 1977 a EMBRAPA lança a B. brizantha cultivar Marandu, atualmente a semente mais utilizada no país.
Piatã: Pastejo, fenação, silagem e cobertura morta para plantio direto.

Xaraés: Pastejo, fenação, silagem e cobertura morta para plantio direto.

Humidícola: Pastejo direto, áreas úmidas.

Ruziziensis: Pastejo, fenação e cobertura morta para plantio direto.

Llanero: Pastejo direto de bovinos e fenação.

Decumbens: Pastejo, fenação e cobertura morta para plantio direto.

Brizantha: Pastejo, fenação, silagem e cobertura morta para plantio direto.
