Panicuns

Panicuns

As plantas do gêreno Panicum, de origem africana, são da família do Colonião e foram introduzidas acidentalmente no Brasil na época da escravatura. Entre 1960 e 1970, novas cultivares de Panicum maximum começaram a chegar ao país, como o Green-panic, Makueni e Sempre Verde.
Os Institutos de Zootecnia de São Paulo – IZSP e Agronômico de Campinas – IAC, lançaram diversas cultivares como a Centenário, Centauros, Tobiatã e Aruana entre 1970 e 1980.
Mas somente em 1982, a EMBRAPA – Gado de Corte recebeu do Instituto Frances IRD, a coleção com 843 acessos de Panicum maximum, onde foram lançadas as cultivares Tanzânia 1, Mombaça e Massai, que hoje, são as mais plantadas no Brasil.

Aruana: Pastejo, silagem, equinos e ovinos.

Mombaça: Pastejo, fenação e silagem.

Tobiatã: Pastejo, fenação e silagem.

Massai: Pastejo, fenação, silagem e cobertura morta para plantio direto.

Tanzânia 1: Pastejo, fenação e silagem.